30 November, 2007

Boi, Boi, Boi.

É tão tarde, a manhã já vem
todos dormem, a noite também
só eu velo por você meu bem
dorme anjo, o boi pega neném
lá no céu deixam de cantar.

6 comments:

Fê Probst said...

que poesia mais cute-cute!

Monsieur Coçard said...

Mas esse é da cara preta? :D

Barb. said...

boi.. trauma de bois! Oo tive que fazer um trabalho sobre figuras de linguagem em Sagarana.. ainda tenho que retomar o fôlego!
;*

. said...

Pecado cometido me justifico sem palavras ausência por aqui, rs

Mas volto com tempo pra ler outras coisas e ouvir Boi, Boi, Boi... Isso mesmo! Uma poesia que ouvi ecoando num ninar leve e perturbado...
Belo, Felipe Dib...

Abraços e adormecidas invenções!

Clara (www.lirismos.blogger.com.br) said...

lindo, singelo. teus poemas passam uma paz que é tão bonita

Mari Vilani said...

Acho que saquei a ess~encia do poema...é que geralmente as múisicas de ninar são serenas mas com alguma figura pra assustar crianças presente!

Muito bom^^
Seus poemas são bem misteriosos!