15 July, 2007

O Escritor Aprendiz.

Uma estrela passou no céu escuro
onde os mundos nascem e renascem
uma jornada para a mente de um contador de histórias
eu escrevo e os ventos que trazem as palavras
continuam a bater na minha janela

Escrevendo uma constelação, falando com as estrelas
as palavras estão mudas dentro de mim
uma saudade distante de um coração sozinho

No meu mundo
o amor é só para os poetas
e eu quero você,
pois eu vou ficar com todo o amor que eu puder

Todas as minhas canções só podem ser
compostas por esse amor
cada verso, apenas pode nascer
dos nossos desejos
então olhe nos meus olhos e sinta viva a verdade

E quando você me ouve dizer palavras para a eternidade
me ouça, eu estou acostumando a conduzir
sonhos confinados a um só silêncio

Meu coração é um poço de palavras
fluindo livre mas distante
eu escuto mas como eu vou ver?

10 comments:

Line said...

eu quero os meus poemas separados ><
vc me prometeu isso a taaaanto tempo! hahaha

e eu consigo ver, sim.
:)

=******

Natália Nunes said...

ui ui.
é, vc bebe da água eterna q dá vida a muitos poetas: o amor.

bonito, felipe, bonito.

Peter_Pan said...

e eu pensava que as canções saudosíssimas dos trovadores fossem apenas alento para um coração solitário

Line said...
This comment has been removed by the author.
Leonardo Petersen said...

foda, felipe!
nem tenho o que comentar.

Clóvis said...

Interessante o poema, e musical por demais.
Muito bom, poeta!


Abçs

Lily said...

oi Felipe!
Obrigada pela visita lá no blog, viu?!

Volte sempre que quiser!

A propósito: Lindo poema! :)

Bjkss

Bia said...

Nossa, que poema lindo!
Amei de verdade!

A parte que você fala das estrelas me fez lembrar o fascínio enorme que sinto por elas, pela lua e por tudo ligado à noite!

Vim aqui retribuir a visita que você fez ao nosso blog, nos post da minha companheira Lily!

Apareça mais vezes.

Bjux!

Renata said...

com os olhos de dentro =}

alex pinheiro said...

Tens que tirar tapas do olho...
Quem vê estrelas em céu escuro pode ver sonhos confinados no silêncio... Ver através dos sons,,, virtude!

Abraços e cortantes invenções!